"Uma mulher, duas mulher, três mulher..."
[i]"... Recentemente recebi por e-mail um texto anônimo, em inglês, que falava justamente sobre isso: precisamos de mulheres a nossa volta. Amigas, filhas, avós, netas, irmãs, cunhadas, tias, primas. Somos mais chatas do que os homens, porém, entre uma chatice e outra, somos extremamente solidárias e companheiras de farras e roubadas. Esquecemos com facilidade as alfinetadas da vida e temos sempre uma boa dica para passar adiante, seja a de um filme imperdível, de uma loja barateira ou de uma receita para esquecer da dieta. Competitivas? Talvez, mas isso não corrompe em nada a nossa predisposição para o afeto, a nossa compreensão dos medos que são comuns a todas, a longevidade dos nossos pactos, o nosso abraço na hora da dor, a nossa delicadeza em momentos difíceis, a nossa humildade para reconhecer quando erramos e a nossa natureza de leoas, capazes de defender não só nossos filhotes, mas os filhotes de todo o bando.
Aprendemos a compartilhar nossas virtudes e pecados e temos uma capacidade infinita para o perdão. Somos meigas e enérgicas ao mesmo tempo, o que perturba e fascina os que nos rodeiam. Brigamos muito, é verdade: temos unhas compridas não por acaso. Em compensação, nascemos com o dom de detectar o sagrado das pequenas coisas, e é por isso que uma amizade iniciada na escola pode completar bodas de ouro e uma empatia inesperada pode estimular confidências nunca feitas. Amamos os homens, mas casadas, mesmo, somos umas com as outras."
(Martha Medeiros)
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Não sei exatamente quando resolvi adotar esse fotolog pra mim, mas sei que mesmo postando textos sobre momentos pessoais ainda continuo com ele ativo exatamente porque representa uma parte de cada uma de nós (pelo menos quando o criamos cada uma deu o ar de sua graça).
Mas não é sobre nostalgia que venho falar hoje....
Não sou daquelas feministas invictas, mas acho que o dia 08 de março merece uma lembrança.
Se me permitem um momento de cultura rs...Um dia sem querer me deparei com a história do dia internacional da mulher e descobri que ele foi criado em homenagem a 130 artesãs que morreram queimadas numa fábrica por fazerem grave reinvindicando seus direitos, em 1857.
Acho que se queremos valor temos que começar valorizando nós mesmas.
Deixo aqui, como sempre, o meu brinde a todas as mulheres!
By Drika que sente 2010 voar, voar e voar...
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On March 08 2010
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