Rastafarianismo
Na verdade, o Rastafarianismo é baseado numa mesclagem do Cristianismo com o Judaísmo . As canções, orações e a música são muito importantes e bastante peculiares no movimento como um todo. Os seguidores são agrupados em comunidades, nas quais discutem-se seus assuntos próprios. Não há organização clerical nem igrejas ou templos. O Rastafarianismo, tendo origem remontada à década de 20, teve como inspiração fundamental o movimento de retorno à África de Marcus Garvey, na Jamaica (movimento de resgate das raízes culturais africanas dos povos que migraram à força das contingências escravocratas).
Aspectos do estilo rastafari de vida
Nos acampamentos, os rastas se organizavam em torno de diferentes líderes (chamados elders, que significa idoso, velho) e desenvolviam suas capacidades artísticas. A alimentação, chamada de ital food (um termo que significa puro, natural ou limpo), constituída principalmente por verduras e legumes, era produzida e preparada, sem o uso de sal ou de outros condimentos, no próprio acampamento (visite o site <A HREF="http://www.earthcultureroots.com/index.html" TARGET=_top>http://www.earthcultureroots.com/index.html</A> para ver algumas receitas ital, em inglês). Os rastas têm a intenção de se separar do sistema dominante, voltando a viver da forma como seus antepassados viviam. A maioria não come carne de nenhuma espécie (alguns comem peixes, desde que estes se alimentem apenas de vegetais). Alcool, tabaco e todo tipo de alimentação industrializada também são evitados. Para manter a aparência natural, a maioria não se barbeia, e não corta nem penteia o cabelo, dando origem aos famosos dreadlocks - alguns afirmam que os locks são parecidos com a juba dos leões, o rei da selva, símbolo de Sua Majestade Imperial, o imperador Selassie I. O uso dos dreadlocks é uma marca registrada dos rastas, e sempre foi uma forma de resistência às exigências do sistema dominante, resistência à maneira "certa" de se usar o cabelo.
A ganja é consumida para estimular a meditação, e é considerada sagrada (em parte devido a interpretações bíblicas segundo as quais a erva teria sido a única espécie a crescer sobre o túmulo do Rei Salomão).
A evidente identificação dos negros com o povo judeu, que, como conta a Bíblia, foi escravizado pelos Babilônios no Egito, levava os rastas a se referirem ao sistema dominante como Babilônia, e aos homens brancos como baldheads (literalmente, cabeças peladas, pelo fato de os brancos não utilizarem dreadlocks). A África, e especialmente a Etiópia, são consideradas a terra prometida, geralmente chamada de Zion (em referência ao Monte Sião, onde Moisés recebeu as sagradas escrituras). O movimento de repatriação, divulgado por Garvey, é considerado por muitos como uma busca espiritual, embora haja aqueles que realmente desejam se transportar para a África. Influenciado pela religião panteísta, o homem rasta considera que todos nós podemos participar de Deus. Muitos rastas dizem que o rastafarianismo não é uma religião, uma vez que o termo significa re ligar, unir o homem a Deus mais uma vez. O rasta acredita que o homem não pode existir separado de Deus. A expressão I and I (eu e eu), utilizada com frequencia pelos rastas, significa algo como "eu com a presença de JAH". Porém, há um outro sentido para esta expressão: uma vez que todos os seres humanos são iguais, não faz sentido que uma pessoa se refira a si próprio como eu, e ao próximo como você. Portanto, I and I é utilizado algumas vezes com o sentido de nós (eu e você) . Os rastafaris costumam rejeitar seus nomes "oficiais", aqueles que constam da carteira de identidade. Afirmando que estes são os nomes que lhe foram dados pelos opressores, os rastas escolhem seus próprios nomes. Bob Marley, por exemplo, escolheu para si o nome de Berhane Selassie.
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e isso é um pouco da historia dessi modo de vida dessa religião que nois regueiros adimiramos tanto !!
h-u-m-i-l-d-a-d-e- _ s-e-m-p-r-e
salve BONDS
beju no coração de todoss
eu - <A HREF="http://www.fotolog.net/kpi_gato" TARGET=_top>http://www.fotolog.net/kpi_gato</A>
msn - ocapivara@hotmail.com
On June 29 2005
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